Um ano que tudo poderia dar certo para o Rock in Rio (agora de volta ao Brasil, onde nunca deveria ter saído); um ano que antecede um ano de Copa do Mundo; ano que era para aclamar a cidade do Rio de Janeiro e suas condições para abrigar grandes eventos e grandes públicos, em shows, a própria Copa do Mundo e as Olimpíadas que já, já, bate na porta da Cidade Maravilhosa; mas os mesmo problemas estruturais cismaram em reaparecer pela cidade - principalmente, como lógica, na Cidade do Rock.
Os sete dias de muita música deixaram a Cidade do Rock em dias de polvorosa. Muitos astros estiveram e aproveitaram o Rio de Janeiro, assim como seus fãs, que se amontoavam em condições sub-humanas para garantir um lugar mais próximo de seus ídolos.
E nós nem pensamos em nos ater aqui ao fato de ser um Festival de Rock And Roll, e ao mesmo tempo, ter se transformado em um festival ao estilo americano, com as montanhas russas e rodas gigantes, sem contar com a diversificação musical, o que para alguns é o fim do mundo.
Vamos nos concentrar em falar da estrutura: Pouquíssimos banheiros higiênicos (que de higiênicos não tinham nada, né?), guias que mal sabiam português, quem diria outras línguas (no mínimo o inglês) para aquelas fãs de fora do país, a pouca segurança (alguns amigos com objetos roubados em plena luz do dia).
Num país que se prepara para receber dois dos maiores eventos esportivo do mundo e quem sabe o maior evento musical (porque não podemos mais considerar evento de Rock, infelizmente ou felizmente) cometer erros primários como esses é inadmissível.
Agora, esperamos que para o próximo Rock in Rio, que será realizado em 2015, todos esses pequenos erros sejam sanados e que a line-up seja muito bem escolhida.
